segunda-feira, 26 de março de 2012

Juntos para sempre!

“...e se unirá à sua mulher...” (Gn 2;24)

Deus instituiu a família ao criar o homem e a mulher e entregando-os um ao outro. Essa entrega representou uma união: “...se une à sua mulher...”. A palavra une significa cimentar e indica a natureza permanente do casamento. As duas pessoas estão coladas uma a outra, extremamente próximas, por isso, qualquer tipo de separação é muito dolorosa. Por exemplo, tente separar duas folhas de papel coladas. É praticamente impossível. Deus planejou o casamento para que fosse uma instituição permanente e não até que a falta de dinheiro os separe, ou a sogra, ou os conflitos, ou a profissão, ou a amante, mas “até que a morte os separe”.


Em nossa sociedade liberal precisamos bradar a importância e permanência do casamento. Aliás, é interessante observarmos como os relacionamentos liberais são defendidos entusiasticamente hoje em dia. Na verdade isto é uma contradição, porque amor que é liberal não é amor; e se é amor, não é livre de um compromisso com alguém.

É lamentável que o conceito de laços permanentes no casameento esteja sendo insidiosamente desmoronado. Mas não deveria ser assim. Eles não são como laços de fitas que amarram os bonitos presentes de casamento. São “laços de aço”, forjados pelo calor, forjados através das crises e conflitos e da confirmação constantes dos compromissos e votos do matrimônio. Este “se une” é um processo crescente. Através da variedade de circunstâncias e situações de vida conjugal, há a oportunidade de se constatar esta realidade em detalhes.

PENSE NISSO
É impossível haver um relacionamento sério e profundo se não houver compromisso entre o casal. Esse compromisso implica em responsabilidades mútuas, que trazem segurança ao amor, cumplicidade, companheirismo, confiança e liberdade para ambos expressem seu afeto um pelo outro.

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Extraído de: Devocional para Casais
Reflexões para uma vida a dois - Jaime e Judith Kemp

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