terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dupla cidadania

Leia: Atos 22

Vivemos num pais “abençoado por Deus e bonito por natureza”, no entanto, extremamente explorado e roubado em suas riquezas, isto deve-se, em parte, a falta de participação efetiva de sua população, que assiste tudo com parcialidade, contribuindo de forma indireta com os desmandos de nossa liderança política, por isso, exercendo dupla cidadania, precisamos demonstrar:



1 - Consciência de nossa história
"...mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel,..." (v.3) Paulo deseja demonstrar aos seus conterrâneos que ele tinha todo interesse na melhoria daquela gente e daquele lugar, pois sua história começara ali. Todo cristão precisa conhecer e valorizar a história de sua vida, conhecendo suas raízes e sua cultura.

2 - Consciência da nossa vocação
"...porque terás de ser sua testemunha diante de todos os homens, das coisas que tens visto e ouvido..." (v.15) O apostolo, compreendia sua vocação e estava disposto a usá-la em benefício de sua gente, ele sabia que Deus tinha interesse na cidade onde se criou. Os cristãos precisam usar sua vocação em benefício de sua cidade.

3 - Consciência de nossos direitos
"...Ser-vos-á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?..." (v.8) Paulo não era um alienado de seus direitos por ser cristão, ao contrário, reivindicava-os sempre que necessário fosse. Os cristãos devem conhecer as leis do seu pais e reivindicar seus direitos sempre que for necessário.

Dupla cidadania, portanto, é ter consciência de que sou um cidadão dos céus, mas, que enquanto estiver aqui na terra, farei meus conterrâneos sentirem a influência de uma consciência de minha história, de minha vocação e sobretudo, dos meus direitos.

Aquele que nos ensinou este estilo de vida, toda a glória.

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Rev. Núzio Daniel

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