Estudarmos este texto é ser convidado a adorar o Senhor Jesus Cristo, visto que, os magos ou sábios do oriente, deixaram sua terra, seus afazeres e suas famílias, priorizando não só a descoberta do menino Deus, mas principalmente, sua adoração. Compreendemos que Mateus, o autor inspirado, queria que seus leitores identificassem a Jesus como o Messias do Velho Testamento, e por isso, ele convida, Adoremos ao Rei:
1 - Porque Ele é o verdadeiro Rei
“...em dias do rei Herodes,....” (v.1) Diferentemente do usurpador Herodes, o Rei Jesus, chega ao mundo com humildade, mas era chamado de Rei dos Judeus e era alguém que tinha sua realeza identificada na raiz genealógica de “Davi”, o grande rei de Israel. Lembre-se se Ele é Rei você deve ser um súdito.
2 - Porque Ele é o cumprimento das profecias
“...porque assim está escrito por intermédio do profeta:...” (v.5) O evangelista Mateus demonstra clara e inequivocamente, que Jesus era o cumprimento das profecias a respeito de um Rei que viria como criança e que honraria o local onde havia de nascer. Lembre-se Deus é fiel em todas as suas promessas.
3 - Porque toda adoração lhe é devida
“...abrindo seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra...” (v.11) Observemos que a palavra “adoração” é a mais repetida nesta passagem, além de ser o objetivo final de toda procura dos magos. Seus presentes revelam como o Messias deveria ser adorado, com ouro mostrando sua realeza, com incenso revelando sua divindade, e com mirra demonstrando sua vitória sobre a morte.
Portanto, compreendendo que Jesus deve ser adorado, por ser o Rei legítimo, que cumpriu cabalmente todas as profecias a seu respeito, devemos lhes prestar todo louvor, lembrando sempre: sua soberania como Rei, todo seu poder como Deus, e toda sua misericórdia, tendo morrido e ressuscitado para nossa Salvação, a Ele portando seja toda a glória. Para todo sempre, amém.
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Rev. Núzio Daniel
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